quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O ridículo da imparcialidade

Por Manoela Marques


Li um artigo esta semana de Celso Lungaretti no Observatório da Imprensa.
Concordo. Em partes.
Realmente a Veja nem sempre é feliz em suas reportagens e “profecias”, afinal é um veículo de massa formador de opinião (que não deu certo desta vez) e que deveria limitar-se a fazer o que faz bem feito: denúncia!
Torcer e lutar por algo é uma coisa, imaginar isso e publicar é outra coisa.
Porém, aproveito a oportunidade pra defender o jornalismo parcial. Está na hora de deixar a hipocrisia de lado e assumir a opinião.
Quando o jornalismo surgiu era assim e surgiram dele importantes transformações até que veio a censura. Que tal voltar no tempo?

4 comentários:

  1. O curioso é que os Tucanos mais uma vez se degladiaram para ver quem seria o candidato, assim como em 2006 aconteceu e lançaram Geraldo Alckmin. Só que como abriram mão de Serra naquele ano não ia ser agora que o deixariam de fora.
    A verdade é que estão oito anos perdidos, sem saber como derrubar o PT, bom agora são doze.

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  2. Uai, quem postou este texto??
    Gasparzinho, vc esqueceu de se identificar... rs
    Bjos a todos

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  3. Certa vez ouvi de algum jornalista:
    Imparcialidade não existe, o que devemos exercer é a insenção...

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  4. Comento não o fato em si, mas a crítica da Manoela: "Está na hora de deixar a hipocrisia de lado e assumir a opinião."
    Concordo plenamente; imparcialidade jornalística é uma utopia. Um jornalista é um ser humano, e como tal, um emissor de opinião.
    Narrar os fatos através de suas lentes pessoais é uma tarefa intrínseca a esse profissional.

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